sábado, 10 de outubro de 2009

Um presente de Deus pra mim!



É Engraçado como a vida é uma caixinha de surpresa! uma caixa de pandora!
Me sinto feliz por você ter sido essa caixa de presentes, mas não de uma presente novo, mas aquele presente guardado no fundo do armário, que a gente tem vontade de abrir, mas que a gente deixa pra um momento muito especial.
Ainda bem que esse momento especial chegou, e esse presente que é você, é muito mais mágico e surprendente do que imaginava, um presente que não é totalmente revelado, mas que aos poucos se mostra com encantos e desencantos, e que me encanta na sua real totalidade, e que a cada dia me faz feliz, e como é bom ser feliz e fazer alguém feliz, obrigada pela sua presença!

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Resposta


Para meu coração basta teu peito

Para tua liberdade bastam minhas asas!

A Espera

Espera Espera Espera Espera Espera Espera Espera Espera Espera Espera Espera Espera Espera Espera Espera Espera a Espera Espera a Espera Espera a Espera Espera Espera Espera
Não te quero senão porque te quero,
e de querer-te a não te querer chego,
e de esperar-te quando não te espero,
Quero-te só porque a ti te quero!

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Gestos ou Palavras


Gestos símbolo da concretização das palavras...
P a l a v r a s des co nec tas....
Palavras que expressam ou tentam expressar todos os sentimentos....
Gestos que se contém com medo de invadir o espaço do outro....
Gestos inconscientes que expressam aquilo que a consciência que propor, mas não tem coragem.
Abraços, olhares, beijos, afeto são gestos , que significam a expressão mais pura da palavras...
Gestos ou Palavras?
Não sei!
Só sei que as duas se completam na tentativa de dizer algo que é muito significativo pra mim!

Impressão


Para Juliana

Sonhei com um quadro, aonde havia imagens turvas, tentava me perceber dentro da paisagem, viam pessoas todas me pareciam familiares, uma luz intesa protegia todas, mas eu ainda não conseguia me perceber na imagem, havia barcos, havia turbulências, havia expectativas de chegar em terra firme, mais as imagens ainda eram desconectas, eu tinha medo, porque as nuvens do céu pareciam ter sido transpostas pro mar, mas ainda havia esperança de chegar a algum lugar. Quando acordei percebi que esse quadro era a minha vida, havia tudo, as paisagens, as pessoas, os sentimentos, os medos, mas eu ainda não conseguia me encontrar no meio daquele quadro que provavelmente eu mesma desenhei.

terça-feira, 1 de setembro de 2009

O Medo

O medo é um grande erro, nos amarra, nos impede de seguir adiante, por medo mentimos, por medo deixamos de dizer o que sentimos, por medo não damos chance aos outros e a nos mesmos, o medo nos trai a lealdade, nos tira a vida que poderiamos viver se tivessemos dado a chance de não temer. Acho que tenho medo de não viver! de não tentar! por isso sempre tento, sempre bato a cara no muro também, mas aí são outros quinhetos. Prefiro as feridas que causam dor, do que a dor de não ter lembranças!
Por isso eu tento!
Assinado: Pessoa certa! na hora certa!

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

As diferentes formas

Aos assíduos leitores desse blog!
Por que tenho medo?
Por que faço divisões ás vezes tão claras?Isso é isso e aquilo é aquilo.
O que esta por de trás dessa racionalidade?
Retomo ao medo esse avassalador sentimento que me silência e me impede de ir adiante.
O medo de me envolver, medo de tentar, medo de perder aquilo que nunca se tem.
Quem está mais próximo de mim o torno próximo, mas de uma proximidade distante, de uma distância segura, que não permiti experimentar sentimentos diferentes daquilo que já está solidificado e seguro, talvez medo de estragar algo que já é muito precioso.
Mas, existe uma dicotomia ao mesmo tempo que tenho medo, também tenho vontade, uma vontade que talvez ainda não saiba lidar, que talvez eu tente sempre abafá-la em nome de algo que já seguro, um seguro que previni contra as novas emoções, aquelas desconhecidas ainda.
Essa vontade é a vontade de ultrapassar esses limites seguros, uma vontade de ir além da linha segura.
Vontade de transpor aquilo que parece ser tão intrasponível.